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Vamos começar os preparativos para o 28 de abril em Brasília?

"Você nunca deve esperar por governos ou instituições para resolver os problemas, toda mudança social vem da paixão das pessoas." ~ Margaret Mead

Vamos começar os preparativos para o 28 de abril em Brasília???

Primeira reunião de planejamento dia 17 de março (DOMINGO) das 17h às 18h.
Local: Café Corbucci.
Pauta: escolha do local e formato do protesto, divisão de tarefas.


11 de março de 2013 e o fim dos cosméticos testados em animais na UE


Dia histórico na Europa!!! Está valendo a lei que proíbe a importação e a comercialização de qualquer produto ou ingrediente (da cosmética) que tenha sido testado em animais no continente (ou fora dele)! No entanto, a luta ainda continua! Ajude a espalhar essa ideia!!!
 
Cerca de 80% dos países do mundo todo ainda permitem esse tipo de crueldade! Gostaríamos de lembrá-l@s que a conquista que tanto estamos celebrando nesse 11 de março realmente merece ser divulgada e festejada. Mas ainda não atingimos 100% nossa meta!!!

Os produtos que já eram comercializados na Europa que foram anteriormente testados em animais, pelo que entendemos, não serão retirados do mercado europeu - provavelmente porque se já foram testados, não há aplicação da legislação para o que já está em vigor, pois os testes provavelmente são feitos apenas antes da entrada de um produto no mercado (pelo menos é assim que eu entendi, mas gostaríamos de pesquisar mais sobre essa questão).

Ademais, há sim - e infelizmente - exceções para a legislação. Nossa preocupação é que as indústrias de cosméticos encontrem subterfúgios e artifícios para burlarem a legislação e classifiquem alguns cosméticos como produtos farmacêuticos etc.

Logo, festejemos, mas continuemos dedicando atenção ao assunto, tanto fora da Europa quanto dentro!!! Nossa luta não acabou!!!!

Leia mais:

O CCZ de Brasília e a falta de transparência em suas ações


Excelente notícia vindo do Paraná! o/ A lei que estabelece novas políticas públicas para controle populacional de cães e gatos foi sancionada pelo governador Beto Richa (PSDB). A partir de agora, fica proibido o extermínio de animais de rua no Paraná. A legislação prevê a identificação e o registro dos bichos, além da criação de programas de esterilização, ações preventivas contra o abandono e campanhas de incentivo  à guarda responsável.
Enquanto isso, no Distrito Federal, continua a falta de transparência quanto ao destino dos animais que ali chegam/saem/são mortos. A população continua fazendo pressão sobre o GDF cobrando, não apenas esclarecimentos, mas também mudanças reais e urgentes na gestão do Centro de Controle de Zoonoses da capital federal.

 Matéria publicada esta semana pelo Câmara em Pauta lembra que a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) não se dispõe a discutir a questão do Centro de forma aberta e transparente, se limitando a notas pífias em resposta a nossos questionamentos e algumas poucas e insuficientes respostas a cidadãos que procuraram.
http://camaraempauta.com.br/portal/artigo/ver/id/4198/nome/A_eutanasia_de_animais_no_CCZDF_e_os_depoimentos_dos_internautas__quem_mente

A Associação Protetora dos Animais do DF (ProAnima) vem mantendo bom diálogo com os deputados distritais Chico Leite (PT) e Eliana Pedrosa, que se mostram sensíveis com a causa e já têm Projetos de Lei em tramitação. Com a criação da Comissão popular, os grupos devem se reunir e discutir as propostas de alteração para que as leis aprovadas atendam efetivamente à demanda.
Além disso, a ProAnima tem atuado há bastante tempo a fim de promover essas mudanças. Em 2012, organizou reuniões junto à Secretaria de Saúde do DF e entregou uma carta onde solicitava uma série de mudanças no CCZ de Brasília. Ademais, foi parceiro fundamental na formulação da petição criada pelo Libertação Animal Brasília para cobrar uma nova política de controle populacional de animais de rua no DF. A petição hoje conta com mais de 7 mil assinaturas e ainda está aberta. Quem quiser assinar pode acessar o link:

Nossas proposições são:
- Pelo incentivo à adoção dos animais sob responsabilidade do CCZ e por campanhas que incentivem a guarda responsável.
- Pelo fim do recebimento, pelo CCZ , de animais abandonados, dado que abandonar animais é ilegal.
- Pelo fim da matança de animais saudáveis ou tratáveis / reabilitáveis no CCZ de Brasília.
- Pelo tratamento digno e respeito à vida de todo e qualquer ser vivo.
- Por campanhas de esterilização gratuita de caninos e felinos como função de saúde pública do Distrito Federal.

 Entre as novas ações que vem somando esforços  nessa luta, vale a pena mencionar o lançamento, esta semana, de uma Comissão Popular de Proteção Animal pelo FALA - Frente de Ações pela Libertação Animal, que deve fazer sua primeira reunião neste domingo (03), para discutir os problemas existentes e buscar soluções. A reunião será no restaurante Azeite de Oliva (403 sul, Bl. A, Lj. 8), às 17h. Mais informações na página do evento no Facebook (https://www.facebook.com/events/409902749097614/409942665760289/?ref=notif&notif_t=event_mall_reply)
Vale lembrar que existem ações em andamento junto ao Ministério Público, mas o principal foco é alterar a legislação vigente, já que a única lei referente a animais no Distrito Federal, a Lei Distrital 2.095 de 1998, permite o sacrifício de animais, mesmo sadios, apesar de o GDF negar que animais saudáveis sejam sacrificados.
Enquanto isso, em Ribeirão Preto, a ONG Cãopaixão e o Centro de Controle de Zoonoses de Ribeirão Preto (SP) mostram que é possível CCZ e sociedade civil  trabalharem em parceria de forma séria e responsável. Eles realizarão neste sábado (2 fevereiro) mais um evento de adoção de animais na Praça XV de Novembro, onde cerca de 20 cães e gatos adultos que foram abandonados nas ruas da cidade poderão ser adotados. Os animais estão vacinados, castrados, vermifugados e microchipados, equipamento que permite o cadastro dos bichos em um banco de dados da Prefeitura, onde é possível consultar as informações sobre o proprietário.

Continuamos com a nossa pergunta: por que o CCZ de Brasília não caminha em direção a avanços significativos como estes????
http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2013/02/ong-e-ccz-realizam-feira-de-adocao-de-caes-e-gatos-em-ribeirao-preto.html

III Manifestação Nacional Anti Vivissecção e Experimentação Animal

Por favor, amig@s, vamos desde já reservando esta data na nossa agenda para comparecermos à III Manifestação Nacional Anti Vivissecção e Experimentação Animal, que o Cadeia para quem Maltrata os Animais estará realizando pelo terceiro ano consecutivo?


 
A data já está fixada: 28 de abril de 2013, domingo. Estamos começando a nos organizar internamente. Em breve daremos notícias com mais detalhes!

A proteção animal, o jogo do empurra empurra e como julgar é sempre mais fácil do que agir...

Brasília, 09 de janeiro de 2013.
 
Ontem à tarde uma notícia sobre a morte de uma cadelinha em Taguatinga entristeceu (e também chocou) as pessoas aqui no Facebook. Publicações relatando o ocorrido foram replicadas e a cada compartilhamento, as mensagens de tristeza e revolta vinham seguidas da pergunta “Por que os vizinhos não chamaram a polícia?” ou “Por que ninguém fez nada para ajudá-la?”.

Apareceram também posts em defesa dos proprietários do imóvel onde a poodle foi encontrada morta. O principal argumento é que ela já era uma cadelinha idosa, resgatada bastante doente na rua pela família em questão e que estava no fim de se sua vida.

A meu ver, e isso é apenas uma opinião minha, esse é o tipo de coisa que “explica”, mas não “justifica”.



Mas enfim.... eu não gostaria de ater a minha reflexão a uma tentativa de encontrar responsáveis ou culpados pelo triste episódio. Tenho meu ponto de vista, mas gostaria de tecer alguns comentários que podem, talvez, contribuir para a nossa luta pelos direitos animais...

Como é sabido, de fato, um pedido de ajuda circulou entre grupos de proteção e protetores independentes, porém, isso não impediu que a cadelinha viesse a falecer na madrugada do dia 7 para 8 de janeiro. O Libertação Animal Brasília recebeu um e-mail enviado por uma pessoa bastante idônea, o qual só foi lido ontem à tarde, com o seguinte texto: “"Boa noite, recebi essa mensagem abaixo da amiga de uma amiga. Segundo ela, o pessoal viajou e deixou esse cachorrinho fora, e preso. Será que vcs podem ajudar? Se precisar da minha ajuda, me avise por favor, mas sozinha não sei como agir. Agradeço de coração! É na XXXXXXXX em Taguatinga, o cachorrinho está chorando há três dias e está preso em uma corrente e pega chuva e pega sol e não tem ninguém em casa eu já fui lá e verifiquei, não tem ninguém, ele chora muito, não está incomodando, mas fico com um sentimento que não sei te explicar, por favor ajude esse cachorrinho, já liguei pro disque denúncia e eles disseram para eu esperar até amanhã, mas amanhã pode ser tarde demais. Obrigada.”

O fato é que as pessoas que foram até o local verificar o que estava ocorrendo com a pequena poodle (provavelmente receberam um pedido de ajuda semelhante ao que foi enviado pro e-mail do LAB). Ao que tudo indica, era uma cadelinha idosa que, pelo que foi dito em outro post, foi resgatada por aquela família já doente e sem chance de sobreviver. Chegando lá, a encontraram morta e agiram como qualquer pessoa que se preocupa com os animais – e eu aqui diria, com qualquer ser senciente - teria feito. Fizeram fotos, foram à delegacia mais próxima e abriram um boletim de ocorrência. Denúncia de maus tratos comprovada ou não, o fato é que há testemunhas que alegam que o animal estava chorando há 3 dias, do lado de fora da casa pegando chuva e sol, inclusive acorrentado (pelo menos essa foi a informação que chegou até o e-mail do LAB e de algumas outras pessoas). O animal ia morrer de qualquer jeito, disse o responsável por ir até a casa alimentar a poodle e outros cães que lá estavam, enquanto sua família viajava.

No entanto, não considero razoável deixar um animal idoso e doente do lado de fora de casa, sabendo que ele esta à beira da morte. Não acho natural alguém escutar um animal sozinho latindo e chorando (estando ele à beira da morte) e não tentar ajudá-lo. Argumentar a favor dos proprietários deste imóvel alegando que eles a resgataram e que ela estava super doente não me faz me sentir menos pior ao ler a notícia. Ela morreu em sofrimento, sozinha e ao léu.
 
A responsabilidade é de quem? Eu não gostaria de entrar nesse mérito. Mas não acho justo taxarem as pessoas que estiveram lá no local ontem pela manhã de inconsequentes e reclamarem por elas terem exposto o caso publicamente. Repito: elas fizeram o que qualquer pessoa preocupada em ajudar alguém em sofrimento teriam feito. E elas relataram o que foi visto e registrado: um animal sem vida, deitado do lado de fora da casa e sozinho.

Soma-se a isto um e-mail que circulou com um pedido de ajuda em que se alegava que o pobre bichinho estava chorando há 3 dias.

Era obrigação dessas pessoas fazer um boletim de ocorrência, pois quem tem o poder e o dever de investigar as denúncias é a polícia e não elas. Elas fizeram o que deveria ter sido feito. Acharem ruim o caso ter sido exposto da maneira que foi é também algo discutível.

Quer queira quer não, isso tudo traz à tona um problema bastante recorrente na dita proteção animal.

Leio relatos diários de pessoas exauridas de tanto receberem pedidos de ajuda parecidos com o do caso acima. Este ganhou notoriedade porque teve um desfecho trágico. Mas quem acompanha o esforço dessas pessoas em tentar minimizar o sofrimento de centenas de animais abandonados, machucados e deixados à sua própria sorte, sabe que estes pedidos são super problemáticos e revelam uma outra triste realidade.

Não apenas a sociedade aprendeu a conviver com o descaso e o abandono de animais doentes, velhos, sobras de ninhadas, entre outros, como também há quem acha que os chamados “protetores” foram eleitos os responsáveis por resolver este lamentável problema.

Ando desanimada em ver tanta gente mandando e-mail e mensagens inbox pedindo ajuda e agindo como se acreditasse que, ao comunicar alguém de que algo precisa ser feito, essa pessoa ajudou em algo. E pior, é como se a pessoa que recebe o "informe" tenha que se mobilizar para resolver o problema. É algo do tipo: "joguei a batata quente na sua mão. Não está mais comigo".

Um ser em sofrimento não é uma batata quente, é um ser em sofrimento. E a primeira coisa que alguém que de fato se importa pensa é em como fazer algo para ajudar. Porém, isso tem virado um triste jogo de empurra empurra, como foi este caso da cadelinha. Ou empurra para protetores independentes ou empurra para grupos e ONGs, os quais também não tem recursos financeiros, nem humanos e nem logísticos para ajudar todos os animais que estão precisando de ajuda.

Em outras palavras, a sociedade precisa entender que esse sofrimento todo não vai terminar enquanto as pessoas ditas aflitas com o sofrimento de um animal, uma pessoa machucada, uma criança, empurrarem suas preocupações para alguém resolver. Não é avisando que um ser está sofrendo e depois lavando suas mãos que este ciclo vai ser interrompido. É preciso que todos façam algo. É preciso que se perceba que protetores e grupos de proteção não dão conta, estão lotados de animais, dívidas e correndo atrás em ajudar aqueles que já estão sob seus cuidados. Ser protetor de animais não é profissão. É uma coisa que se faz de coração, abrindo mão de muita coisa na vida, de horas de lazer, de dinheiro que poderia ser usado em viagens, roupas, academias e outras coisas.

O problema do sofrimento dos animais é super complexo. Ele tem pontas diferentes. De um lado, está o abandono, de outro está a exploração e visão de que eles são objetos e coisas que podem ser comercializadas , consumidas e testadas pelo bem da humanidade. E ainda tem o lado de quem ganha com tudo isso. Essas coisas não vão mudar amanhã, nem depois de amanhã. Mas a gente pode hoje começar a fazer algo para que isso se transforme em coisa do passado.

Enquanto as pessoas continuarem enxergando essa luta de forma fragmentada, enquanto protetores e abolicionistas continuarem se tratando com desrespeito, indiferença ou intolerância, enquanto o ser humano continuar a olhar apenas para seu próprio umbigo e enquanto o sentimento de indignação for motivado apenas em casos onde a maldade foi imposta àqueles que lhes são caros, episódios como este vão continuar acontecendo com animais, crianças, vítimas de estupro, violência doméstica etc.

Virar o rosto pro lado pra não encarar a realidade não é simplesmente agir com egoísmo, é também um ato de crueldade. :((

E para finalizar, repito: criticar quem se dispôs a ajudar e esteve lá para chorar a morte da poodle é injusto e não alivia o fato de que alguém estava incumbido de cuidar daqueles animais e – cuidando ou não, a pobrezinha morreu sem ninguém ao seu lado, do lado de fora da casa e sofrendo. Isso pode não parecer tão grave aos olhos de quem deu a explicação a fim de defender a família, e de fato, não há B.O. que se sustente. Mas não deixa de ser trágico e de levantar uma série de questões para reflexão.

Natal legal é Natal sem sofrimento animal....



Para quem não sabe, o Libertação Animal Brasília criou em sua página no Facebook um evento virtual voltado para compartilharmos receitas natalinas, a fim de difundirmos o veganismo entre amig@s, parentes e conhecid@s que possuem pouco ou quase nenhum contato com este estilo de vida. As pessoas estão postando vários links legais onde podemos baixar receitas, assistir vídeos e nos deliciarmos com tanta coisa gostosa sem qualquer produto de origem animal como ingrediente. Estes são alguns links que foram postados até agora! Que venham muitas outras! \o/
 
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=298407450190950&set=a.185686141463082.44436.182110058487357&type=3&theater

http://vista-se.com.br/redesocial/paella-vegana/

http://www.cantinhovegetariano.com.br/2011/12/receitas-para-o-natal-e-ano-novo.html

http://www.defensanimal.org/MENU_VEGANO-NAVIDAD.pdf

http://vista-se.com.br/redesocial/as-melhores-receitas-do-vista-se-primeira-edicao-livro-de-receitas-veganas-gratis/

http://vista-se.com.br/redesocial/receitas-veganas-de-fim-de-ano/

http://alquimiaveg.blogspot.com.br/

http://www.cantinhovegetariano.com.br/2012/04/batatas-grelhadas-com-alho.html

http://www.youtube.com/watch?v=Ng9ZKec_m-s

http://www.cantinhovegetariano.com.br/2007/12/rabanada.html

http://www.menuvegano.com.br/article/show/703/biscoitinhos-de-aveia-com-goiabada

http://meuanoverde.blogspot.com.br/2010/11/ceia-vegan-receitas-dia-21.html

http://estilovegan.com.br/receita-de-panetone-vegan/

http://www.menuvegano.com.br/article/show/474/churrasco-vegano

http://www.menuvegano.com.br/article/show/376/torta-de-batatas-com-requeijao-vegano

http://www.cantinhovegetariano.com.br/2010/06/farofa-de-legumes.html

http://www.youtube.com/watch?v=21yhNlgbnN8&list=UL

Ação de Graças e Natal sem crueldade

Paul McCartney luta contra consumo de peru em Ação de Graças

Em uma campanha lançada pela associação de defesa dos direitos dos animais PETA, o cantor britânico Paul McCartney pede para os americanos dizerem "não obrigado" ao peru servido no tradicional jantar de Ação de Graças, informa nesta sexta-feira a revista musical britânica "NME".
 
Com uma camiseta escrita "não coma" sobre o desenho de um peru, o ex-Beatle aparece na campanha para denunciar um suposto tratamento inadequado que o animal recebe nos Estados Unidos e, por isso, sugere substituir essa iguaria por pratos vegetarianos como os que o próprio músico, de 70 anos, costuma cozinhar.
 
"Não sabe como preparar um jantar vegetariano para o dia de Ação de Graças deste ano? Olha as receitas deliciosas e sem crueldade que Paul McCartney cozinhará e tente convencer sua família e amigos com algumas opções de prato sem carne", indicou a PETA em seu site.
 
Anteriormente, McCartney já colaborou com esta organização em outra campanha, intitulada "Paredes de vidro", onde denunciava a crueldade dos matadouros em um vídeo no qual assegura que, se esses centros tivessem paredes de vidro, "todo mundo seria vegetariano".
 
Agora, o autor de "Hey Jude" retoma sua relação com a PETA para denunciar que a cada ano mais 300 milhões de perus são criados somente para serem servidos no jantar de Ação de Graças, realizado na quarta quinta-feira de novembro nos EUA (22/11) e na segunda segunda-feira de outubro no Canadá.
 
"Mais de 45 milhões de perus são sacrificados no feriado de Ação de Graças", denuncia a associação, que considera esse feriado tão "sangrento" como o Natal, quando "22 milhões de aves" também são sacrificadas.
 
Fontes:
 

2a Edição do Dia Mundial Pelo Fim da Crueldade e Exploração Animal - WEEAC

Vem aí!!! Esperamos por vocês!
 
 

Participem também dos eventos Pré-Weeac organizados pelo Libertação Animal Brasília!

O piquenique vegano deste próximo domingo (02 de setembro) fará parte da programação Pré-Weeac, que visa fortalecer o movimento mundial pelo fim da crueldade e exploração animal. Vamos? Leve seu quitute vegano ou algo para beber e nos encontre no dia 2 de setembro, domingo, às 11 horas em frente ao Nicolândia, próximo ao estacionamento 12 do Parque da Cidade. :))



Em setembro, dentro da programação que antecede o Dia Mundial Pelo Fim da Crueldade e Exploração Animal, o Libertação Animal Brasília promoverá a primeira edição do FestVeg! Deseja participar vendendo comidinhas ou outros produtos livres de origem ou sofrimento animal? Escreva pra gente! bsblibertacao@gmail.com :))
 
 
 
 

Japão, deixe os Golfinhos viverem e serem livres!

Brasília não participará, infelizmente, das manifestações previstas para o dia 31 de agosto contra o massacre anual dos golfinhos em Taiji - Japão, que começa em 01 de setembro. Mas ainda assim, podemos protestar! Que tal trocarmos nossas fotos de perfil no facebook nesta sexta-feira por esta que aparece no post?


 




Podemos ainda reservar 2 minutinhos do nosso dia para enviarmos uma mensagem curta e de fácil compreensão para o endereço eletrônico da atendimento ao público da Embaixada do Japão na capital federal (comunicacaojapao@bs.mofa.go.jp): 

Japão, deixe os Golfinhos viverem e serem livres!

Japan, let the dolphins live and be free! 

Se você não sabe o que realmente se passa em Taiji no Japão, assista ao vídeo: Golfinhos de Taiji – 2010/2011 Você conhece a verdade? – Taiji Dolphins: Do you know the truth?




Compartilhe e participe!!!

Grandes vitórias em uma luta que parece não ter fim...

Esta é a foto da 1º cadelinha liberada da "fábrica de beagles" para estudos científicos Green Hill, na Itália. A linda mocinha, que em breve será mamãe, ganhou no nome de Vegan e foi adotada por Giuliano, ativista do Coordinamento Fermare Green Hill! :)

Saiba mais sobre a libertação dos cães em Green Hill aqui

E esta é a foto de um dos cães que também foram salvos de uma vida sacrificada em prol da ciência... nesta última quinta-feira, dia 26 de julho de 2012, A 5ª Vara Cível de Maringá determinou, na tarde desta quinta-feira (26) a retirada dos seis cães da raça beagle, que estavam há pelo menos cinco anos no Biotério Central da Universidade Estadual de Maringá (UEM) para experimentos do curso de Odontologia da Instituição. Os animais foram entregues à ONG Associação Anjos Animais, de Maringá. Serão submetidos a cuidados veterinários e, posteriormente, colocados para adoção. Tristeza pelos que não foram salvos.... Porém, fica aqui a gratidão a todos/as que ajudaram no envio de mensagens e assinatura das petições pelo fim do uso desses animais pela universidade e pela sua libertação! ♥


Assista à matéria exibida sobre o episódio envolvendo os animais da Universidade Estadual de Maringá aqui.



Vem aí a Weeac 2012!!!

A data da segunda edição do Dia Mundial Pelo Fim da Crueldade Contra os Animais em Brasília, Weeac 2012, será 22 de setembro! E nossos preparativos para mais este evento já começaram!!!

Atenção para a convocação da nossa primeira reunião de trabalho! Será no dia 22 de JULHO, às 17:00. Até lá informaremos aqui na página do evento, as frentes de trabalho que estamos organizando para que as pessoas interessadas em participar e ajudar nos preparativos da Segunda Edição da Weeac Brasília possam se envolver nas tarefas de planejamento. Confirme sua participação e fique por dentro das nossas atualizações clicando em:https://www.facebook.com/events/179542028841754/187448034717820/?notif_t=plan_mall_activity

Para maiores informações, escreva para bsblibertacao@gmail.com. Obrigada!


Piquenique Vegano em julho!!!


Vamos participar? A idéia é promover um encontro com veg(etari)anos do DF e simpatizantes! Todas as comidinhas serão veganas, pois nosso intuito é difundir cada vez mais um estilo de vida ético, que não envolva (ou envolva cada vez menos) a exploração de animais, e, consequentemente, seu sofrimento.

Também nesse dia, inauguraremos o novo projeto do Libertação Animal Brasília, que contará com apoio de ativistas do DF dispostos a participar da nossa banquinha vegana. A cada mês no instalaremos por um dia em um determinado local e disponibilizaremos material informativo sobre abolicionismo aninal, veganismo, além comida vegana para comprar e degustar! Futuramente, o projeto será semanal. :))

Faça parte você também! Escreva para bsblibertacao@gmail.com para informações complementares!

Ah, quem quiser confirmar presença no evento que criamos no facebook, basta acessar https://www.facebook.com/events/292323394196325/.

Denuncie, não se omita!

Guardem essas informações e usem SEMPRE que presenciar maus tratos contra os animais. Não se omita e tampouco empurre o problema para outras pessoas. Quem se preocupa, faz alguma coisa!

Fonte: www.shb.org.br

Como denunciar:Toda pessoa que testemunhe atentados contra animais pode e DEVE comparecer à delegacia mais próxima e lavrar um Termo Circunstanciado, espécie de Boletim de Ocorrência (BO), citando o artigo 32 da Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98, "Praticar ato de abuso e maus-tratos à animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos ".

Caso haja recusa do delegado, cite o artigo 319 do Código Penal, que prevê crime de prevaricação: receber notícia de crime e recusar-se a cumpri-la.

Denúncias por telefone, podem ser feitas pelo "Disque Denúncia":

SUL
RS - 181
SC - 181
PR - 181

SUDESTE
SP - 181
MG - 181
RJ - (21) 2253-1177 / 0300-253-1177 (Petrópolis)

NORDESTE
BA - 3235-000 (Capital) / 181 (Interior)
SE - 181
AL - 0800-2849390 Polícia Civil / (82) 3201-2000 P.M.
PE - (81) 3421-9595 (Capital) / (81) 3719-4545 (interior)
PB - 197
RN - 0800-84-2999
CE - (85) 3488-7877
PI - 0800-280-5013
MA - 3233-5800 (Capital) / 0300-313-5800 (interior)
TO - 0800-63-1190

NORTE
PA - (94) 3346-2250 / 181
AM - 0800-092-0500
RR - 0800-95-1000
AP - 0800-96-8080
AC - 181
RO - 0800-647-1016

CENTRO-OESTE
MT - 197
MS - 147
GO - 197
DF - 197

Se houver demora ou omissão, entre em contato com o Ministério Público ESTADUAL - Procuradoria de Meio Ambiente e Minorias. Envie uma carta registrada descrevendo a situação do animal, o Distrito Policial e o nome do delegado que o atendeu. Você também pode enviar fax ou ir pessoalmente ao MP. Não é necessário advogado.

Ministério Publico Estadual em São Paulo - (11) 3119-9000
Para informações sobre MP de outros estados acesse:
www.redegoverno.gov.br

Caso o agressor seja indiciado, ele perderá a condição de réu primário, isto é, terá sua "ficha suja". O atestado de antecedentes criminais também é usado como documento para ingresso em cargo público e empresas, que exigem saber do passado do interessado na vaga, poderão recusar o candidato à vaga, na evidência de um ato criminoso.


Atenção, imagens fortes!

Na tentativa de conscientizar a população sobre a crueldade contra animais em fazendas e incentivar mudanças na alimentação, a ONG norte-americana FARM (Movimento pelos direitos de animais de fazendas) está oferecendo 1 dólar para quem assistir a um vídeo de quatro minutos que mostra cenas de exploração e matança de animais. A gente coloca aqui de graça para quem tiver coragem de assistir. Na verdade, quem ainda não repensou sobre o impacto do seu modo de vida e de consumo deveria assistir sim, por uma questão de bom senso! A decisão é sua!



Reunindo pessoas interessadas em participar!

Atenção, DF! Vejam esta foto e pensem que legal seria se aqui na capital a gente conseguisse organizar um projeto mensal, com um grupo de pessoas interessadas em divulgar (e esclarecer) para a população questões relacionadas ao vegetarianismo/veganismo, libertação animal etc. Poderíamos montar, uma vez por mês, uma banquinha como essa em um ponto da cidade, onde um pequeno grupo ficaria encarregado de distribuir panfletos, petiscos para degustação e conversar com as pessoas. Quem tiver interesse e disponibilidade para se comprometer com o projeto ainda este ano, por favor, deixe seu comentário aqui ou envie mensagem para bsblibertacao@gmail.com que entraremos em contato. Obrigada! :)

PS: foto publicada originalmente em https://www.facebook.com/photo.php?fbid=412335305457967&set=a.403671709657660.97327.299144556777043&type=1&ref=nf —

Brigitte Bardot entra na luta pelo fim da exportação dos jumentinhos brasileiros para a China!

Leia esta excelente matéria publicada no blog Contato Animal sobre a nossa luta pela suspensão do acordo de exportação dos 300 mil aAsininos (popularmente conhecidos como jumentinhos) para a China, onde serão consumidos e utilizados em testes de cosméticos. Em seguida, assine as 2 petições abaixo, que estão sendo traduzidas e levadas para a França e colocadas nas mãos de Brigitte Bardot. Vale lembrar que ativistas da causa animal estão entrando com representações junto aos MP estaduais.

O link para assinaturas é:
(a petição necessita de confirmação de assinatura através do e-mail que lhe será enviado logo a seguir)

DIVULGUE AS PETIÇÕES ENTRE SEUS CONTATOS! A ASSINATURA DE CADA PESSOA É FUNDAMENTAL!

O histórico resgate dos beagles em Green Hill

A invasão de Green Hill

No dia 28 de abril de 2012, mais de mil ativistas italianos se uniram e seguiram em direção a Green Hill para protestar. A data, que marca a luta mundial pelo fim dos animais em laboratórios, contou este ano com um episódio histórico.... Ao chegarem na "empresa", os manifestantes venceram uma barreira policial e invadiram os muros de Green Hill para libertar quantos Beagles eles conseguissem. Uma fêmea adulta e algo em torno de 30 filhotes foram resgatados pelos manifestantes. Em consequência, 12 manifestantes foram presos e libertados 2 dias depois, mas estão proibidos de deixarem a cidade e respondem acusações de invasão, roubo, violência e resistência.

Entendendo Green Hill

Green Hill é uma "empresa" localizada em Brescia, na Itália, que "produz" cachorros Beagles para vendê-los pro mercado de experimentação animal europeu. Estima-se que cerca de 2.500 Beagles estejam vivendo atualmente no criadouro de Green Hill sob condições altamente precárias - gaiolas pequenas, sem higiene, sem luz natural, sem ventilação...
Entre os maiores clientes da "empresa" estão as universidades, empresas de cosméticos e centros de pesquisa científica da Europa. Por preços que variam entre 450 e 900 os clientes podem escolher a idade, o sexo e até mesmo a possibilidade de comprar uma Beagle grávida.
Está em andamento um processo de expansão da empresa, com intenção de abrir mais criadouros pela Europa e até mesmo na Ásia, além de duplicar a quantidade de animais que vivem atualmente em Green Hill.

Repercussão
No mesmo dia da invasão de Green Hill, as imagens dos Beagles sendo resgatados giraram o mundo e comoveram grande parte da população que até então desconhecia a existência dessa empresa. 
Em decorrência da indignação gerada, no dia 8 de maio ocorreu o Dia Mundial contra Green Hill e contra a VivissecçãoEsse dia reuniu manifestantes em frente à embaixada da Itália de diferentes cidades europeias (Londres, Paris, Madri, Barcelona...) lutando pelo fim da vivissecção em cães, gatos e primatas. No dia 9 de maio, os senadores da comissão nº 14 se reuniriam e julgariam diante da Diretoria Europeia o artigo que prevê algumas restrições aos vivisseccionistas. Infelizmente, esse julgamento foi adiado para o dia 16 de maio.


 

De tudo o que ocorreu, fica uma lição: cada vez mais a sociedade começa a se fazer presente no debate em torno de temas antes exclusivos do meio científico e acadêmico. É nosso direito pressionar os vivisseccionistas por mudanças! É nosso direito cobrar o fim do uso de animais em laboratórios! Não queremos o fim da ciência, mas queremos uma ciência pautada no respeito à vida de todos os animais, sem distinção!



















Vídeos da nossa manifestação contra vivissecção!

Vídeos sensacionais da nossa manifestação em Brasília começando a sair do forno!!! Aqui postamos dois deles! O primeiro foi feito pelo grupo do Libertação Animal Brasília e dá uma idéia boa de como foi nosso dia 28 de abril!!!!


 

Este segundo, que ficou fantástico, foi gentilmente produzido e compartilhado por Lux Alt! Obrigada!



Acreditamos que ainda aparecerão novos vídeos! Cada um deles possui um toque especial e transmite parte do que foi a emoção sentida na nossa manifestação contra vivissecção e experimentação animal realizada no fim de abril de 2012! Aproveitamos para agradecer novamente a todas as pessoas que estiveram conosco, seja em Brasília, seja nas outras 46 cidades que participaram desta importante convocação feita pelo grupo Cadeia Para Quem Maltrata os Animais. Lembrem-se: juntos/as somos sempre mais fortes! :)

E assim foi nossa 2a manifestação contra vivissecção em Brasília...

Linda cena presenciada durante a manifestação!
No último sábado, dia 28 de abril, aproximadamente 90 pessoas se reuniram numa passeata em Brasília para lutar pelos direitos do animais. Crianças e cachorros dos mais diversos tamanhos também vieram manifestar. Às 15 horas a concentração foi se formando na Rodoviária da cidade, onde as pessoas se preparavam para o trajeto. Jalecos, máscaras cirúrgicas, apitos, cartazes e panfletos foram entregues aos participantes no local. O sentimento de solidariedade era fortíssimo e contagiou transeuntes que sequer tiverma conhecimento prévio da manifestação, mas se sensibilizaram com a causa e pediram para fazer parte do movimento.

O protesto Contra Vivissecção e Experimentação Animal foi convocado em nível nacional pelo grupo Cadeia Para Quem Maltrata os Animais e na capital federal foi organizado pelo Libertação Animal Brasília. Ele teve como objetivo sensibilizar e envolver a sociedade no debate em torno do uso de animais para pesquisas e formação de profissionais no meio acadêmico. Sabemos que é um assunto que não se esgota em manifestos ou outras formas de contestação, e sabemos também do esforço feito por parte da comunidade científica em minimizar todo e qualquer sofrimento imposto aos animais utilizados. No entanto, enquanto cidadãos que possuem anseios e, entre eles, o fim do sofrimento de todos seres sencientes, nos sentimos no direito e também na obrigação de estimular este debate e provocar a reflexão sobre esta questão para, neste sentido, incentivarmos o esforço pela busca de métodos substitutivos a médio e longo prazos.
Início da manifestação - saída da Rodoviária


 
A manifestação começou na Rodoviária de Brasília, ao ritmo das batidas dos tambores em direção ao Conic e depois seguiu para o Conjunto Nacional, onde estava prevista a parada final. Enquanto andávamos, panfletos educativos eram distribuídos e várias pessoas expressavam seu apoio à causa. Os apitos do manifestantes não paravam: precisávamos fazer barulho, sermos escutados. Alguns carros que passavam nas ruas buzinavam e davam sinal de positivo. Houve até quem se pronunciasse de forma mais efetiva, com gritos e comentários como "É isso aí, não pode testar não" ou "Estou com vocês, os animais não devem sofrer".

Foto: Lucas Nakamura

Ao chegarmos no Conjunto Nacional, nos preparávamos para nosso flashmob. Por duas vezes nos deitamos no chão por 1 minuto. Os seguranças do Conjunto Nacional se aproximaram com a nossa chegada, mas foram (assim como nós) extremamente pacíficos, inclusive receberam os panfletos que entregávamos. O flashmobprendeu muita atenção de quem passeava pelo shopping, que se aproximaram para fazer perguntas e tirar fotos.

Já no fim da manifestação, a emoção tomou conta de todos. Gritos de protestos foram proclamados pelas pessoas presentes e uma salva de palmas foi feita para os animais. Em meio a vários gritos de protestos, uma frase concluiu o dia - SALVE OS ANIMAIS!

Até o sol contribuiu para que a manifestação fosse bem sucedida: apesar do calor esperado, o clima estava agradável. Por volta das 16:30 o grupo de manifestantes encerrou seus protestos, muito embora a sensação que tínhamos era de que todas as pessoas ainda queriam ficar mais.

Voltamos juntos/as até nosso ponto de encontro e, novamente, as pessoas gritaram mais frases em prol dos animais. A vibração era contagiante e nos fez ter certeza de que toda essa movimentação deixou bem clara uma coisa: não somos poucos e paulatinamente temos chamado atenção do governo e da sociedade para nossa causa!

 

Sonhamos com o dia em que não haverá mais necessidade de novas manifestações e que as autoridades se emprenhem no sentido de por um ponto final em toda essa crueldade! No entanto, enquanto for preciso, gostaríamos de deixar bem claro que voltaremos e que não nos calaremos diante da injustiça e crueldade imposta aos animais não humanos. Na certeza de que contamos com o apoio de muita gente disposta a lutar, agradecemos a todas as pessoas que estiveram conosco e àquelas que, mesmo distantes, nos deram muito apoio!

Por fim, agradecimentos especiais precisam ser feitos! Agradecemos, em nome do Libertação Animal Brasília e do Cadeia Para Quem Maltrata os Animais a todas as pessoas que estiveram presentes e àquelas que não estiveram conosco, mas que nos apoiaram e ajudaram de alguma forma. Obrigada à professora Mônica Salles, que dias antes da manifestação realizou um trabalho belíssimo de sensibilização e conscientização junto a estudantes da escola em que ela dá aulas! Não poderíamos deixar de agradecer pelo reforço policial gentilmente providenciado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

Panfletinhos produzidos por estudantes de uma escola de Brasília,
graças ao trabalho da professora Mônica Salles


Gostaríamos de deixar destacado aqui nosso muito obrigada às organizadoras da manifestação em Brasília e no Brasil, Patrícia El-moor e Norah André. Esta foi a segunda vez que as duas encararam tal missão e novamente, fizeram tudo com muita seriedade e dedicação.

Um dos folders distribuídos na manifestação


Flash Mob Anti Vivissecção e Experimentação Animal

Assim foi nosso flash mob realizado no dia 27 de abril (sexta-feira), como prévia da manifestação do dia 28!!! O balanço não poderia ser melhor! Tivemos um quórum razoável, as pessoas se mostraram bastante interessadas pelo nosso protesto e, ao final, ainda fomos recebidxs no Ministério, onde conversamos por cerca de um hora com pessoas ligadas ao CONCEA.

 

Gostaríamos de aproveitar para convidar todo mundo a participar da 2a Manifestação Anti Vivissecção que faremos neste sábado, dia 28 de abril, às 15 horas. Nos encontraremos em frente à estação do metrô da rodoviária de Brasília e faremos uma passeata pelo trecho Rodoviária-Conic-Conjunto Nacional. Venham de branco, tragam cartazes, apitos, e, se possível, máscaras cirúrgias e jalecos! A presença de cada pessoa é fundamental!!! Quem não for de Brasília também pode participar da manifestação em uma das outras 46 cidades que aderiram à convocação feita pelo grupo Cadeia Para Quem Maltrata os Animais. Confira aqui a listagem de cidades participantes!